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Às vésperas de sediar o mais importante evento da história do triathlon mineiro, a primeira etapa do Campeonato Brasileiro Olímpico, previsto para acontecer no dia 5 de abril, Bruno Khouri tem tido o seu tempo totalmente ocupado para fazer da prova algo inesquecível para todos. Atleta boa praça toda vida e dirigente competente à frente da TriMinas, Bruno expõe um pouco do seu íntimo nas rapidinhas abaixo. Confira.

O que você gosta de fazer depois de uma vitória?
Namorar, ligar para parentes e amigos e estourar uma champagne...

Uma mania durante a prova?
Eu fico muito descontraído. Acho que deveria ficar menos. Tenho tanto tempo de esporte que não é uma coisa que me estressa mais. Às vezes durante a prova eu me distraio, fico olhando o mar, brincando com os caras no pelotão...

Um projeto?
Fazer inglês numa universidade dos Estados Unidos...

Sonho de consumo?
Um par de rodas aerodinâmicas...

Triathlon é?
È e sempre será a minha vida...são 16 anos de envolvimento com o esporte. Primeiro como atleta amador, depois como atleta profissional e presidente da TriMinas e organizador de eventos. Afinal: triathlon até a cabeça!

Uma roubada?
Esquecer de encher a garrafinha de água...loucura!

A argentina Maria Soledad é grande amiga do triathlon nacional já que participa ativamente das provas oficiais. Simples e bastante atenciosa ela esbanja simpatia e alto astral por onde passa. Abaixo umas “rapidinhas” para a comunidade do triathlon brasileiro conhecê-la melhor.

O que você gosta de fazer depois de uma vitória?

Gosto de festejar, comemorar bastante. Depois descanso para me preparar para as próximas provas.


Um a mania durante as provas?

Tenho mania de levar sempre uma corrente comigo, com uma cruz. E também uma fitinha com a bandeira da Argentina que coloco na bicicleta.

Um projeto?
Disputar bem o Ironman e obter sucesso nas provas que for disputar.

Sonho de consumo?

Meu sonho de consumo é ter melhores equipamentos, como as rodas de carbono, e mais para frente a minha casa.

Triathlon é?
Minha paixão, minha profissão...


Uma roubada?
Quando a sapatilha de ciclismo cai na área de transição...

O gente boa Ciro Violin sempre praticou esporte. Com dois anos de idade já nadava, mas nutria mesmo paixão pelo vôlei. Mas em 1993 seu pai e seu tio, depois de um projeto de emagrecer começaram a praticar o triathlon. Fizeram uma prova em Poços de Caldas e logo depois o convidaram para ir para Santos no Troféu Brasil. Ciro nunca tinha corrido 5km, mas gostou tanto que logo comprou uma bicicleta speed e nunca mais parou. Bom para o esporte que ganhou uma fera nas provas de longa distância que sonha nesta temporada com o IronMan do Havaí. “Saudações a quem tem coragem”, já dizia a música.

O que você gosta de fazer depois de uma vitória?
O que mais gosto de fazer depois que ganho uma prova, é além de contar para minha namorada Carolina que me apoia muito, é sempre escrever na minha planilha de treino como foi a prova, o que aconteceu e o que pode ser melhorado para o próximo triathlon.

Uma mania durante as provas?
Tenho mania de tomar bebidas energéticas. Um sempre antes da largada e um durante o ciclismo. Pode ser psicológico, mas parece que se eu não beber, não farei uma boa prova.

Um projeto?
Conseguir treinar muito bem para o IronMan Brasil e obter a vaga para o IronMan Hawai na minha categoria, o que é muito, muito difícil.

Sonho de consumo?
Meu sonho de consumo é manter meu patrocínio do Energético 220volts.

Triathlon é?
Triathlon é mais do que um esporte, é mais do que um hábito diário, é mais que um desafio, é mais do que um segundo emprego. Para mim triathlon é um estilo de vida, que precisa ser feito com paixão e dedicação.

Uma roubada?
Uma roubada relacionada ao triathlon é com certeza ter nadado muito bem, ter feito uma transição rápida, mas no meio do ciclismo furar o pneu.
O gaúcho Lucas Pretto é um dos mais queridos triatletas do país, principalmente pelo seu jeito zen e a sua transparente humildade. Fera do triathlon nacional, Lucas já está na história da modalidade por ter conquistado na Suíça o título de campeão mundial da categoria 20 a 24 anos. Cheio de planos ele avisa, na entrevista abaixo onde expõe muito do seu pensamento, que quer muito mais. E apostamos todas as nossas fichas que ele conquistará!

O que você gosta de fazer depois de uma vitória?
Comer bem. De repente degustar uma comida que durante a fase de treinos não pude comer. Uma sobremesa bem legal. Descansar e à noite sair para me divertir com amigos e minha namorada.


Uma mania durante as provas?
Ter pensamentos positivos. Às vezes faço algum mantra também. Crio e fico repetindo, principalmente quando estou tenso antes da prova.


Um projeto?
Primeiramente conseguir viver mais do triathlon. Preciso trabalhar bastante ainda para treinar e viver somente do esporte. O ideal seria integrar esporte, arte e educação e algum projeto segmentado.


Sonho de consumo?
Tenho quase tudo o que eu gosto. Talvez viver em um lugar seguro, com uma boa vista para o mar. Ou no campo, em um lugar bem tranqüilo.

Triathlon é?
Muito que mais do que nadar, pedalar e correr. É superação, humildade e companheirismo...

Uma roubada?
Uma vez fiquei perdido na China. Meu vôo atrasou. Encontrei um venezuelano, por sorte, que havia morado no Brasil e falava bem português e mandarim. Ele me salvou. Dormi e no outro dia consegui falar com o Beto Menescal e cheguei a Pequim com 15 horas de atraso em relação aos outros membros da seleção brasileira. Isso foi uma grande roubada.

Uma das atletas mais carismáticas do triathlon cearense, Hedla Lopes, começou tarde na modalidade, mas é exemplo para muita gente. Determinada, alcançou resultados importantes em sua carreira como o terceiro lugar em sua faixa etária no Mundial da Austrália e os diversos títulos, também em sua categoria, em campeonatos continentais como o Pan e o Sul-Americano. Aos 49 anos, Hedla tem muitos planos para o futuro, como revela na entrevista abaixo. Bom para o triathlon e para seus inúmeros admiradores.

O que você gosta de fazer depois de uma vitória?
Primeiro agradeço a Deus e depois gosto de comemorar com o meu marido e os amigos.

Uma mania durante as provas?
Se eu observar a medalha antes da prova é sinal de que eu vou me dar bem.

Um projeto?
Treinar mais para melhorar meus tempos. Ter melhor desempenho.

Sonho de consumo?
Ter saúde e alcançar meus objetivos.

Triathlon é?
É minha diversão, meu prazer. É meu tudo. Por meio dele eu consigo esquecer ou resolver grande parte dos meus problemas.

Uma roubada?
É ter começado no triathlon tarde. Eu não posso dizer a ninguém que na próxima geração eu vou ser a melhor. Nada disso. Eu tenho que fazer da minha idade um desafio para poder conseguir bons resultados

Ícone do triathlon brasileiro, o santista Paulo Miyashiro aos poucos recupera a velha forma que o projetou como um dos melhores do mundo. Contemplativo e zen, Shiro confessa nestas “rapidinhas” que não tem muito apego às coisas materiais, mas tem muitos planos: quer disputar as Olimpíadas de Pequim em 2008 e mais para frente constituir família. Confira estas e outras revelaões abaixo.

O que você gosta de fazer depois de uma vitória?
Comemorar, curtir, pensar em como foi a prova. O que fiz até ali. Ver se cometi algum erro porque mesmo com a vitória, às vezes tem detalhes que é preciso melhorar, analisar bem. Mas no geral depois de uma vitória o importante é curtir. Porque a rotina de treinos é dura. Você tem que abdicar de várias coisas e quando você consegue realizar o seu objetivo é só alegria.

Uma mania durante as provas?
Mania, não tenho não. Eu só penso muito antes da largada. Mas mania, mania mesmo, acho que não tenho não...

Um projeto?
Disputar a Olimpíada em 2008. Na vida pessoal a longo prazo é constituir família. Para o ano que vem estar em Pequim.

Sonho de consumo?
Não sou consumista. Não me apego muito às coisas materiais. Não me vem nada na cabeça em relação à isso...

Triathlon é?
Faz parte da minha vida. Já são mais de 11 anos de triathlon. Minha família toda é envolvida e tão cedo não vou sair. E mesmo de fora sempre vou curtir, vendo e torcendo. Não dá para ficar longe...

Uma roubada?
Pneu furado no treino é algo que faz tudo dar errado. Quando fura o pneu, você troca, aí pensa: são duas horas da tarde, com uma “lua” daquelas no céu. Isso que é uma roubada. E você não consegue chegar logo em casa. Fica em dúvida se liga para alguém pedindo ajuda. É complicado, mas faz parte da vida do triatleta saber levar tudo numa boa. Porque triathlon é assim mesmo.

Uma das grandes revelações do triathlon nacional, o paraense Danilo Pimentel, 22 anos, campeão brasileiro Sub-23 de 2006, tem como ideal de vida conquistar uma vaga na Olimpíada. Apesar de ter temperamento extremamente calmo é em algum local bem movimentado que ele gosta curtir as suas vitórias. Atleta do CNTT de Vila Velha quer se formar em Direito e durante as provas tem como maior mania manter 100% de concentração.

O que mais gosta de fazer depois de uma vitória?
Passear, relaxar, sair para me divertir geralmente em um shopping ou algum lugar que seja bastante movimentado...

Uma mania durante as provas?
Sempre mentalizar a prova e pedir para que nada ruim aconteça, porque estamos sujeito a tudo que possa vir de fora...

Um projeto?
Disputar a Olimpíada...

Sonho de consumo?
Uma medalha olímpica...

Triathlon é?
Tudo que pode haver de bom...

Uma roubada?
Uma contusão nos treinos...

Um dos mais carismáticos atletas do triathlon nacional, Edmundo Alves da Costa esbanja simpatia por onde passa. Fera, com diversos resultados importantes, principalmente na categoria 55 a 59, este brasiliense revela alguns detalhes de sua carreira neste ping-pong. E não esconde o que muitos já sabem: está apenas começando.

O que mais gosta de fazer depois de uma vitória?
Comemorar com amigos, patrocinadores, família e imprensa...

Uma mania durante as provas?
Comer pouco...

Um projeto?
Continuar no triathlon com bons resultados. Já superei alguns dos melhores do país na minha faixa etária e quero continuar com este bom nível técnico...

Sonho de consumo?
Ter um bom patrocinador para continuar representando bem o Brasil lá fora...

Triathlon é?
Saúde, lazer, alegria. Tudo de bom resumo na palavra triathlon...

Uma roubada?
É perder o ponto onde você deixou o material de apoio na hora da transição. Isso aconteceu comigo no Brasileiro de João Pessoa e acabei perdendo o primeiro lugar, terminando em segundo.

Uma das melhores triatletas do país em provas de longa distância, Rita Correia é símbolo de dedicação e amor ao esporte. Ícone das novas gerações, ela encanta também pela simplicidade e simpatia. Abaixo ela abre o coração e revela alguns de seus projetos sempre com o astral lá em cima.

O que mais gosta de fazer depois de uma vitória?
Dar uma relaxada, descansar, ficar com minha família e meu namorado...

Uma mania durante as provas?
Não sei, acho que não tenho uma mania, assim, específica. Normalmente vou bem concentrada nas provas e procuro dar o meu máximo...

Um projeto?
Iron Man Brasil e, quem sabe, Iron Man do Havaí este ano.

Sonho de consumo?
Eu realizei no ano passado que foi trocar de bicicleta. Agora tenho uma bike top de linha e estou super feliz porque nunca tive uma tão boa...

Triathlon é...
Alegria, estilo de vida. É tudo de bom...

Uma roubada?
É fazer uma prova muito mal organizada, que dá tudo errado.

A campeã do Brasileiro de Longa Distância deste ano, a brasiliense Aglaé Menezes, 31 anos, abre o coração e conta que um dos seus projetos mais valiosos é, futuramente, casar como “manda o figurino” e ser mãe. Simples, risonha e alto astral, Aglaé, quarta colocada no Campeonato Pan-Americano de 2006, realizado em Brasília, gosta de curtir as suas vitórias da forma mais “ligth” possível. Com 20 anos de triathlon, Aglaé é, sem dúvidas, um dos patrimônios desta modalidade no país. Exemplo de várias gerações.

O que mais gosta de fazer depois de uma vitória?
Descansar...ficar em casa com o namorado...e se eu tiver fora é matar saudades das pessoas que conheço na cidade. Sou muito ligth, sempre muito ligth...

Uma mania durante as provas?
Não tenho uma mania específica, mas acabo sempre repetindo aquilo que faço nos treinamentos...talvez seja uma mania...

Um projeto?
Família futuramente. Casamento, filhos, tudo como manda o figurino. Tudo direitinho...

Sonho de consumo?
Não sei bem...não sou consumista...não tenho isso. Graças a Deus tenho tudo aquilo que quero...

Triathlon é...
Minha vida. É saúde, amizade...

Uma roubada?
Não acordar em um dia bom. Não fazer uma prova boa e não atingir as expectativas...

O paranaense federado em Santa Catarina, Guilherme Manocchio, 25 anos, conquistou os capixabas com sua simpatia após vencer o Campeonato Brasileiro de Longa Distância, realizado em Guarapari. Boa pinta, Guilherme tirou fotografia com dezenas de meninas e, cordial, distribuiu autógrafos por onde passou. Poucos minutos depois de cruzar a linha de chegada, ele teve fôlego para responder as “rapidinhas” abaixo.

O que mais gosta de fazer depois de uma vitória?
Gosto de descansar, me hidratar bem e colocar as pernas para cima. Relaxar...

Uma mania durante as provas?
Ficar concentrado, focado o tempo todo. O pessoal torce para mim, eu nem olho, mas é porque eu estou muito concentrado...

Um projeto?
Mais do que nunca Mundial da França...

Sonho de consumo?
Roda Zip 999. Uma roda de competição, fechada atrás e bem alta na frente...

Triathlon é...
Vida...

Uma roubada?
Ter que desistir da prova por causa de um pneu furado..
.

Atleta que brilhou intensamente mesmo pertencendo a uma geração de grandes talentos, Leonardo Casadio, 36 anos, é hoje um dos principais ícones da Seleção Brasileira das Forças Armadas e embaixador do triathlon nacional por onde viaja, pela simpatia e história de grandes conquistas. Mineiro de Juiz de Fora, ele começou no triathlon há mais de duas décadas e hoje divide o seu tempo entre o esporte e outra paixão, a Odontologia.

O que mais gosta de fazer depois de uma vitória?
Ler...Eu gosto de livros técnicos ou de auto-ajuda.Também gosto de trabalhar na minha profissão, na área da Odontologia.

Uma mania durante as provas?
Acho que eu não tenho... esta é uma pergunta difícil

Um projeto?
É me manter no esporte...algo que gosto muito...

Sonho de consumo?
Ter uma vida mais tranqüila...

Triathlon é...
É vida...

Uma roubada?
Cair da bicicleta. Nossa...é horrível..

Alexandre Ribeiro, agraciado com Honra Ao Mérito Esportivo pela CBTri, tem em seu currículo, mais de 20 Iron Mans. Em 2003 ganhou seu primeiro título do Ultraman, feito repetido em 2005. Aos 42 anos, graduado em Educação Física, e com mais de 20 anos de carreira, como técnico, Alexandre, conta nesta entrevista, que depois de uma vitória adora curtir os filhos: Kaillani, Maila e Kaipo, e revela, que seu maior sonho é criar um centro de treinamento de triathlon para crianças carentes. Confira:

O que mais gosta de fazer depois de uma vitória?
Passear com meus filhos, com certeza...

Uma mania durante as provas?
Uma mania...Sabe que eu acho que não tenho...(risos)

Um projeto
É fazer um centro de treinamento de triathlon para crianças carentes...

Sonho de consumo
Material, para ser sincero, não tenho nenhum...

Triathlon é...
Minha paixão...

Um roubada
Nadar em água fria...é uma gelada...

Foto: Pauta Livre

A cearense Verônica Oliveira, 28 anos, teve um dos momentos mais importantes da sua carreira em julho passado quando conquistou em Costa do Sauípe, na Bahia, o título de campeã brasileira de aquathlon. Mas este não é o seu último título. No triathlon, categoria 25 a 29, Verônica é pentacampeã cearense e do Nordeste e campeã pan-americana e brasileira. Extremamente calma e focada nos seus objetivos, ela pretende cada vez mais disputar provas internacionais. Um carro zero é o seu sonho de consumo. E cair da bike é uma das poucas coisas que lhe tiram, rapidinho, do sério.


O que mais gosta de fazer depois de uma vitória?
Nossa! Comemorar...mas antes vou para o hotel descansar porque geralmente o atleta fica totalmente acabado. Depois é que eu saio com os meus amigos...

Uma mania durante as provas?
Não tenho uma mania específica não, somente muita concentração...

Um projeto?
São tantos...mas cada vez mais disputar competições internacionais.

Sonho de consumo?
Caraca...são tantas coisas...um carro do ano, talvez

Triathlon é...
É tudo para mim...

Uma roubada?
Queda da bike...é horrível...


Foto: Pauta Livre
Aos 19 anos, o santista Fernando Furriela, vice-campeão paulista, na categoria júnior, em 2004 e 2005, é considerado uma das grandes promessas do triathlon nacional. Fernando, que reside no Centro de Treinamento de Triathlon (CNTT), localizado em Vila Velha (ES), contou neste ping-pong que sonha em disputar o Pan e as Olimpíadas. Detalhista, gosta de checar a bike até momentos antes da largada. Também pudera: na sua avaliação não tem roubada maior do que um pneu furado.

O que mais gosta de fazer depois de uma vitória?
Comemorar muito com os amigos e sair para degustar alguma coisa.

Uma mania durante as provas?
Puxa...Eu sempre fico olhando a bike, procurando ver se tem alguma coisa de errado, isso até na hora da largada.

Um projeto?
Classificar para o Pan de 2007 no Rio e, futuramente, para as Olimpíadas.

Sonho de consumo?
Uma bicicleta toda de carbono. Ela é top de linha. Custa cerca de R$ 15 mil reais.

Triathlon é...
É minha vida...

Uma roubada?
Com certeza, pneu furado.

Foto: Pauta Livre
Uma das grandes revelações do triathlon nacional, o paulista Reinaldo Collucci, 20 anos, tem como meta principal, a curto prazo, na sua promissora carreira, conquistar uma das vagas da equipe brasileira nos Jogos Pan-Americanos do Rio de 2007.

Mais para frente, aspira ganhar uma medalha no Ironman. O reservado, mas atencioso e simpático atleta, é um dos mais antigos "moradores" do Centro Nacional de Treinamento de Triathlon (CNTT), localizado em São Carlos, interior paulista.

Ele treina há muitos anos com o técnico e amigo Antônio Carlos do Amaral, o Cali. Reinaldo, contundido, ficou de fora do Campeonato Brasileiro de Distância Olímpica, realizado em João Pessoa (PB), no mês de abril. Pouco mais de um mês antes ganhou o Brasileiro de Distâncias Longas, em Guarapari (ES).

Bem-humorado, Reinaldo nos contou, neste ping-pong, dentre outras coisas, que, depois de uma vitória, adora degustar um almoço bem calórico com direito à suculenta sobremesa.

O que mais gosta de fazer depois de uma vitória?

Bem...Subir no pódio e depois degustar um almoço bem calórico, com uma sobremesa bem doce. Acho que isso faz parte do meu prêmio também...

Uma mania durante as provas?

Puxa...Eu não sou muito de superstição, mas gosto sempre de dar um pulinho na água antes da largada. Muita gente prefere aquecer correndo, pedalando, então eu acho que minha mania é aquecer na água...

Um projeto?

Classificar para o Pan de 2007 no Rio e, quem sabe, futuramente, ganhar uma medalha no Ironman do Havaí...

Sonho de consumo?

Caramba...Uma bela casa na praia...

Triathlon é...

Muita dedicação, esforço. É você estar sempre lutando contra você mesmo. Acho que isso é triathlon.

Uma roubada?

Puxa...Pneu furado, ninguém merece. Chegar em uma prova e ter que
abandoná-la, ter que perder performance por causa de problema mecânico é terrível.

Foto: Pauta Livre
Ídolo de ídolos de várias gerações, o tricampeão brasileiro de triathlon, Marcus Ornellas, 35 anos, completa 20 anos de dedicação ao esporte comemorando a realização do seu maior sonho: a compra de uma bike de última geração. Solidário, o carioca Ornellas, revela que depois de parar de competir, o que, ainda bem, vai demorar um bocado, pretende passar tudo o que aprendeu no esporte para crianças carentes. Neste bate-papo ele abre o coração e mostra porque é um dos mais carismáticos atletas do país.

O que mais gosta de fazer depois de uma vitória?
Sempre procuro curtir a família. Ligo para casa, só para perceber a emoção deles, que participam comigo tanto na dor quanto na alegria.

Uma mania durante as provas?
Mania? Acho que se eu correr com uma roupa e não der sorte...nunca mais uso.

Um projeto
Eu gostaria muito de passar tudo o que eu aprendi com o triathlon para crianças carentes. Como também futuros atletas profissionais.

Sonho de consumo
Não tenho, não. O sonho que eu tinha realizei depois de 20 anos de triathlon: uma bike legal.

Triathlon é...
Minha vida. Desde 15 anos eu faço isso e não sei como viveria sem ele. Pretendo depois que parar de competir continuar no meio.

Uma roubada
Cara: uma prova que veio na minha cabeça foi uma no Espírito Santo. Eu cheguei na transição e o pneu da bike estava furado. Então tive que ir ao carro pegar o outro pneu e a bomba. Enchi e saí para pedalar seis minutos atrás. Foi lá em Camburi. Terminei a prova ainda em segundo lugar.

Foto: Pauta Livre
Uma das atletas mais carismáticas do triathlon nacional, a carioca Sandra Soldan começou a praticar esporte aos seis anos, por ordem médica, pois sofria repetidas crises de asma e bronquite. Em 89, foi campeã brasileira nos 400m medley e nos 200m peito. No primeiro semestre de 91 conquistou o campeonato carioca nos 1500m livre, além de fazer parte da equipe brasileira de natação que disputou o World Student Games, em Sheffield, na Inglaterra.

Formada em medicina pela UFRJ e triatleta profissional há oito anos, Sandra já conquistou vários títulos. Aos 30 anos, Sandra está no auge da forma. Mostrou toda a sua valentia durante o Campeonato Brasileiro de Longa Distância, realizado em Guarapari, quando completou a duríssima prova (e chegou ainda em segundo) com os dois pés em carne-viva.

O que mais gosta de fazer depois de uma vitória?
Comemoro muito com meu marido e técnico (Carlos Eugênio Ferraro). Nós comemoramos em qualquer lugar. Vale tudo: ficar em casa vendo televisão, assistindo um bom filme; sair para comer uma pizza ou visitar os amigos; bater um papo ou simplesmente ficar na praia. Comemorar sozinha, ficar de paz com a gente mesma, satisfeita com o resultado e com o orgulho próprio.
 

Um projeto?
Meu projeto é China 2008. É a classificação para a Olimpíada.

Uma mania durante as provas?
Minha mania, talvez, seria, me concentrar bem, porque sou muito distraída.

Sonho de consumo?
Não tenho nenhum especial. Sou satisfeita com as coisas que eu tenho.

Triathlon é...
É minha vida...Tudo para mim.

Uma roubada?
É furar pneu, já aconteceu várias vezes comigo.

Foto: Pauta Livre
A pentacampeã brasileira Mariana Ohata iluminou com seu sorriso a bela Praia da Bacutia, em Guarapari, durante o Campeonato Brasileiro de Longa Distância, prova que venceu mesmo não sendo especialista. Foi lá que ela nos contou detalhes pessoais de sua brilhante e ainda promissora carreira. Com 27 anos, 17 deles dedicados ao triathlon, a brasiliense, que reside atualmente em São Carlos (SP) e é federada em Santa Catarina, abriu o seu coração e revelou uma mania: levar tudo na brincadeira; fazer da vida uma diversão. Estudante de Educação Física, Mariana tem como maior sonho de consumo uma medalha olímpica.

O que mais gosta de fazer depois de uma vitória?
Nossa! Depois de uma vitória, só curtir. Curtir com as pessoas que me ajudaram a chegar longe, principalmente a família, os técnicos que estão sempre presentes. Com o namorado, então... curtir bastante.

Um projeto?
Putz! Tenho vários: minha vida vai ser até curta para tantos projetos que eu tenho. Mas a curto prazo é tentar a medalha no Pan e a longo prazo é família; montar um negócio meu; de repente trabalhar. Quero muito atuar nesta parte de lesão do atleta.

Uma mania durante as provas?
Uma mania? Vixe! Tenho tantas. É difícil falar uma só. Você me pegou até de surpresa. Mas, eu meio que tento levar a prova numa brincadeira, numa diversão. Então, às vezes, dou uma risada, uma distraída. Mas sempre tentando manter o foco. Esta é uma mania que tenho: sorrir sempre.

Sonho de consumo?
Nossa! (risos) você pegou a pior pessoa para perguntar isso. Porque eu sou super consumista, mas eu acho que o sonho de consumo seria mesmo uma medalha olímpica.

Triathlon é...
Tudo, minha vida. Hoje é minha profissão. É algo que eu faço com muito amor. E eu sou uma pessoa privilegiada por trabalhar no que eu realmente gosto.

Uma roubada?
Uma prova de longa distância. Adorei ter ganho o Brasileiro em Guarapari, mas não quero disputar outra não. Foi a primeira e acho que será a última em minha carreira (risos).

Foto: Pauta Livre
Uma das grandes revelações do triathlon brasileiro, Rafael Fonseca, de 19 anos, nasceu em Brasília, mas atualmente reside no Centro Nacional de Treinamento de Triathlon, localizado em Vila Velha (ES). Ganhador de vários títulos nacionais e internacionais nas categorias de base do triathlon, ele não esconde que o seu projeto imediato é conseguir vaga na equipe brasileira que disputará os Jogos Pan-Americanos de 2007, no Rio.

Como você começou no triathlon?
Na verdade, comecei na natação, mas gostava de encaixar nos treinos da natação, a corrida. Foi daí que surgiu o triathlon e eu estou me dando bem na vida de atleta nesta modalidade desde pequeno.

O que você acha do projeto novos talentos da CBTri?
É um projeto que vai ajudar atletas de várias cidades, porque no Brasil nunca teve um trabalho tão bem feito neste ramo. Quando vim para cá não achava que fosse tão boa a estrutura que eles montaram aqui. E me adaptei muito bem ao Espírito Santo porque a natureza ajuda bastante os treinos de triathlon. Temos praia, montanha, pista asfaltada...tudo perto.

Você está estudando?
Eu fazia Nutrição, depois mudei para Educação Física e estou gostando.

Uma mania?
Fico muito concentrado na hora da transição...

O que mais gosta de fazer depois de uma vitória?
Sair com os amigos para uma boate. Não há nada melhor.

Projeto?
Sem dúvidas conseguir vaga para os Jogos Pan-Americanos de 2007. Sei que é difícil mas acredito no bom trabalho que está sendo desenvolvido aqui no CNTT.

Sonho de consumo?
Ter estabilidade na vida. Sei lá: uma casa, um carro...

Triathlon é?
Paixão

Uma roubada?
Nunca fiz, mas já vi muita gente trapaceando durante as provas. Não tem roubada maior para o esporte.

Foto: Ricardo Medeiros/Pauta Livre

Com apenas 17 anos, Felipe Manente, que nasceu em São José, uma cidade localizada perto de Florianópolis (SC), tem sonhos ambiciosos. Quer ser campeão olímpico e mundial. Sua carreira começou em um projeto na escola desenvolvido pela Federação de Santa Catarina e que revelou diversos talentos. Federado em Santa Catarina, o vice-campeão brasileiro de Aquathlon, em 2005, integra a equipe que treina no Centro Nacional de Treinamento de Triathlon (CNTT), em Vila Velha (ES). Para muitos é uma fera pedindo passagem.

Pretende cursar qual curso superior?
Já vou começar agora em 2006 o curso de Educação Física em Vila Velha.

O que acha do projeto novos talentos?
Acho uma ótima idéia da CBTri que, no meu ponto de vista, está no caminho certo. E a sede ser no Espírito Santo é algo muito bom. O lugar é bonito, com belas paisagens, um ambiente extraordinário para os treinamentos e, além disso, o clima favorece bastante.

Uma mania durante as provas?
Mentalizo tudo o que devo fazer para realizar uma boa prova.

O que mais gosta de fazer depois de uma vitória?
Se meu objetivo foi ao cansado, comemoro com meus colegas e familiares. E logicamente fico mais confiante.

Um projeto?
Ser um atleta campeão olímpico e campeão do mundo.

Sonho de consumo?
Ter todos os equipamentos de competição de primeira qualidade, principalmente os da bicicleta.

Triathlon é...
O esporte da minha vida.

Uma roubada?
Um pneu furado em uma prova de longa distância no Espírito Santo. Eu estava muito bem e acabei perdendo várias colocações e a prova.

Foto: Ricardo Medeiros/Pauta Livre

Boa praça toda vida, o super carismático Antônio Marcos, 28 anos, tem hábitos simples. Nascido em Barra do Ceará, em Fortaleza, Antônio comemora as suas vitórias com os amigos sem grande ostentação. Alguns copinhos de sorvete de frutas tropicais lhe satisfaz. Atual campeão brasileiro, ele conta aqui algumas de suas peculiaridades.

Uma mania durante as provas?
Acho que não tenho nenhuma. Fico bem concentrado.

O que mais gosta de fazer depois de uma vitória?
Sair para balada ou comemorar tomando sorvete com meus amigos.

Um projeto?
Me classificar para o Pan e para as Olimpíadas de 2008. Sonho em representar o povo brasileiro.

Sonho de consumo?
Ter um sítio em qualquer praia. Pode ser aqui no Espírito Santo, onde estou realizando treinamentos no centro de treinamento criado na Barra do Jucu pela confederação.

Triatlo é?
É tudo na minha vida. É um esporte que exige muita resistência e nem todos conseguem praticar.

Uma roubada?
Aconteceu em Nova Zelândia. Alguns atletas me atrapalharam e eu acabei fora da Olimpíada.

 


Calendário 2010
Novo Manual de Medicamentos do COB

O Comitê olímpico Brasileiro (COB) publicou a edição 2010 do importante manual com informações sobre uso de medicamentos no esporte. Dúvidas referentes ao uso de qualquer medicamento, basta o atleta enviar um email para antidoping@cob.org.br ou procurar a direção técnica da CBTri. O livreto pode ser baixado gratuitamente clicando na logo Rio 2016...






Lista de Substâncias Proibidas - Wada

Formulario Insenção de Uso Terapêutico