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Às
vésperas de sediar o mais importante evento
da história do triathlon mineiro, a primeira
etapa do Campeonato Brasileiro Olímpico, previsto
para acontecer no dia 5 de abril, Bruno Khouri tem
tido o seu tempo totalmente ocupado para fazer da
prova algo inesquecível para todos. Atleta
boa praça toda vida e dirigente competente
à frente da TriMinas, Bruno expõe um
pouco do seu íntimo nas rapidinhas abaixo.
Confira.
O
que você gosta de fazer depois de uma vitória?
Namorar, ligar para parentes e amigos e estourar uma
champagne...
Uma
mania durante a prova?
Eu fico muito descontraído. Acho que deveria
ficar menos. Tenho tanto tempo de esporte que não
é uma coisa que me estressa mais. Às
vezes durante a prova eu me distraio, fico olhando
o mar, brincando com os caras no pelotão...
Um
projeto?
Fazer inglês numa universidade dos Estados Unidos...
Sonho
de consumo?
Um par de rodas aerodinâmicas...
Triathlon
é?
È e sempre será a minha vida...são
16 anos de envolvimento com o esporte. Primeiro como
atleta amador, depois como atleta profissional e presidente
da TriMinas e organizador de eventos. Afinal: triathlon
até a cabeça!
Uma
roubada?
Esquecer de encher a garrafinha de água...loucura!
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| A
argentina Maria Soledad é grande amiga do triathlon
nacional já que participa ativamente das provas
oficiais. Simples e bastante atenciosa ela esbanja
simpatia e alto astral por onde passa. Abaixo umas
“rapidinhas” para a comunidade do triathlon
brasileiro conhecê-la melhor.
O que você gosta de fazer depois de uma vitória?
Gosto de festejar, comemorar bastante. Depois descanso
para me preparar para as próximas provas.
Um a mania durante as provas?
Tenho mania de levar sempre uma corrente comigo, com
uma cruz. E também uma fitinha com a bandeira
da Argentina que coloco na bicicleta.
Um
projeto?
Disputar bem o Ironman e obter sucesso nas provas
que for disputar.
Sonho de consumo?
Meu sonho de consumo é ter melhores equipamentos,
como as rodas de carbono, e mais para frente a minha
casa.
Triathlon
é?
Minha paixão, minha profissão...
Uma roubada?
Quando
a sapatilha de ciclismo cai na área de transição... |
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O
gente boa Ciro Violin sempre praticou esporte. Com dois
anos de idade já nadava, mas nutria mesmo paixão
pelo vôlei. Mas em 1993 seu pai e seu tio, depois
de um projeto de emagrecer começaram a praticar
o triathlon. Fizeram uma prova em Poços de Caldas
e logo depois o convidaram para ir para Santos no Troféu
Brasil. Ciro nunca tinha corrido 5km, mas gostou tanto
que logo comprou uma bicicleta speed e nunca mais parou.
Bom para o esporte que ganhou uma fera nas provas de
longa distância que sonha nesta temporada com
o IronMan do Havaí. “Saudações
a quem tem coragem”, já dizia a música.
O
que você gosta de fazer depois de uma vitória?
O que mais gosto de fazer depois que ganho uma prova,
é além de contar para minha namorada Carolina
que me apoia muito, é sempre escrever na minha
planilha de treino como foi a prova, o que aconteceu
e o que pode ser melhorado para o próximo triathlon.
Uma mania durante as provas?
Tenho mania de tomar bebidas energéticas. Um
sempre antes da largada e um durante o ciclismo. Pode
ser psicológico, mas parece que se eu não
beber, não farei uma boa prova.
Um projeto?
Conseguir treinar muito bem para o IronMan Brasil e
obter a vaga para o IronMan Hawai na minha categoria,
o que é muito, muito difícil.
Sonho de consumo?
Meu sonho de consumo é manter meu patrocínio
do Energético 220volts.
Triathlon é?
Triathlon é mais do que um esporte, é
mais do que um hábito diário, é
mais que um desafio, é mais do que um segundo
emprego. Para mim triathlon é um estilo de vida,
que precisa ser feito com paixão e dedicação.
Uma roubada?
Uma
roubada relacionada ao triathlon é com certeza
ter nadado muito bem, ter feito uma transição
rápida, mas no meio do ciclismo furar o pneu. |
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O
gaúcho Lucas Pretto é um dos mais queridos
triatletas do país, principalmente pelo seu jeito
zen e a sua transparente humildade. Fera do triathlon
nacional, Lucas já está na história
da modalidade por ter conquistado na Suíça
o título de campeão mundial da categoria
20 a 24 anos. Cheio de planos ele avisa, na entrevista
abaixo onde expõe muito do seu pensamento, que
quer muito mais. E apostamos todas as nossas fichas
que ele conquistará!
O
que você gosta de fazer depois de uma vitória?
Comer bem. De repente degustar uma comida que durante
a fase de treinos não pude comer. Uma sobremesa
bem legal. Descansar e à noite sair para me divertir
com amigos e minha namorada. Uma
mania durante as provas?
Ter pensamentos positivos. Às vezes faço
algum mantra também. Crio e fico repetindo, principalmente
quando estou tenso antes da prova.
Um
projeto?
Primeiramente conseguir viver mais do triathlon. Preciso
trabalhar bastante ainda para treinar e viver somente
do esporte. O ideal seria integrar esporte, arte e educação
e algum projeto segmentado. Sonho
de consumo?
Tenho quase tudo o que eu gosto. Talvez viver em um
lugar seguro, com uma boa vista para o mar. Ou no campo,
em um lugar bem tranqüilo.
Triathlon é?
Muito que mais do que nadar, pedalar e correr. É
superação, humildade e companheirismo...
Uma
roubada?
Uma vez fiquei perdido na China. Meu vôo atrasou.
Encontrei um venezuelano, por sorte, que havia morado
no Brasil e falava bem português e mandarim.
Ele me salvou. Dormi e no outro dia consegui falar
com o Beto Menescal e cheguei a Pequim com 15 horas
de atraso em relação aos outros membros
da seleção brasileira. Isso foi uma
grande roubada. |
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Uma
das atletas mais carismáticas do triathlon cearense,
Hedla Lopes, começou tarde na modalidade, mas
é exemplo para muita gente. Determinada, alcançou
resultados importantes em sua carreira como o terceiro
lugar em sua faixa etária no Mundial da Austrália
e os diversos títulos, também em sua categoria,
em campeonatos continentais como o Pan e o Sul-Americano.
Aos 49 anos, Hedla tem muitos planos para o futuro,
como revela na entrevista abaixo. Bom para o triathlon
e para seus inúmeros admiradores.
O que você gosta de fazer depois de uma
vitória?
Primeiro agradeço a Deus e depois gosto de comemorar
com o meu marido e os amigos.
Uma mania durante as provas?
Se eu observar a medalha antes da prova é sinal
de que eu vou me dar bem.
Um
projeto?
Treinar mais para melhorar meus tempos. Ter melhor
desempenho.
Sonho de consumo?
Ter saúde e alcançar meus objetivos.
Triathlon
é?
É minha diversão, meu prazer. É
meu tudo. Por meio dele eu consigo esquecer ou resolver
grande parte dos meus problemas.
Uma
roubada?
É ter começado no triathlon tarde. Eu
não posso dizer a ninguém que na próxima
geração eu vou ser a melhor. Nada disso.
Eu tenho que fazer da minha idade um desafio para
poder conseguir bons resultados |
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Ícone
do triathlon brasileiro, o santista Paulo Miyashiro
aos poucos recupera a velha forma que o projetou
como um dos melhores do mundo. Contemplativo e
zen, Shiro confessa nestas “rapidinhas”
que não tem muito apego às coisas
materiais, mas tem muitos planos: quer disputar
as Olimpíadas de Pequim em 2008 e mais
para frente constituir família. Confira
estas e outras revelaões abaixo.
O
que você gosta de fazer depois de uma vitória?
Comemorar,
curtir, pensar em como foi a prova. O que fiz
até ali. Ver se cometi algum erro porque
mesmo com a vitória, às vezes tem
detalhes que é preciso melhorar, analisar
bem. Mas no geral depois de uma vitória
o importante é curtir. Porque a rotina
de treinos é dura. Você tem que abdicar
de várias coisas e quando você consegue
realizar o seu objetivo é só alegria.
Uma
mania durante as provas?
Mania, não tenho não. Eu só
penso muito antes da largada. Mas mania, mania
mesmo, acho que não tenho não...
Um projeto?
Disputar a Olimpíada em 2008. Na vida
pessoal a longo prazo é constituir família.
Para o ano que vem estar em Pequim.
Sonho de consumo?
Não sou consumista. Não me apego
muito às coisas materiais. Não
me vem nada na cabeça em relação
à isso...
Triathlon é?
Faz parte da minha vida. Já são
mais de 11 anos de triathlon. Minha família
toda é envolvida e tão cedo não
vou sair. E mesmo de fora sempre vou curtir,
vendo e torcendo. Não dá para
ficar longe...
Uma roubada?
Pneu furado no treino é algo que faz
tudo dar errado. Quando fura o pneu, você
troca, aí pensa: são duas horas
da tarde, com uma “lua” daquelas
no céu. Isso que é uma roubada.
E você não consegue chegar logo
em casa. Fica em dúvida se liga para
alguém pedindo ajuda. É complicado,
mas faz parte da vida do triatleta saber levar
tudo numa boa. Porque triathlon é assim
mesmo.
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| Uma
das grandes revelações do triathlon
nacional, o paraense Danilo Pimentel, 22 anos,
campeão brasileiro Sub-23 de 2006, tem
como ideal de vida conquistar uma vaga na Olimpíada.
Apesar de ter temperamento extremamente calmo
é em algum local bem movimentado que ele
gosta curtir as suas vitórias. Atleta do
CNTT de Vila Velha quer se formar em Direito e
durante as provas tem como maior mania manter
100% de concentração.
O que mais gosta de
fazer depois de uma vitória?
Passear, relaxar,
sair para me divertir geralmente em um shopping
ou algum lugar que seja bastante movimentado...
Uma mania durante as
provas?
Sempre mentalizar a prova e pedir para que nada
ruim aconteça, porque estamos sujeito
a tudo que possa vir de fora...
Um projeto?
Disputar a Olimpíada...
Sonho de consumo?
Uma medalha olímpica...
Triathlon é?
Tudo que pode haver de bom...
Uma roubada?
Uma contusão
nos treinos...
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| Um
dos mais carismáticos atletas do triathlon
nacional, Edmundo Alves da Costa esbanja simpatia
por onde passa. Fera, com diversos resultados
importantes, principalmente na categoria 55 a
59, este brasiliense revela alguns detalhes de
sua carreira neste ping-pong. E não esconde
o que muitos já sabem: está apenas
começando.
O que mais gosta de
fazer depois de uma vitória?
Comemorar com amigos, patrocinadores, família
e imprensa...
Uma mania durante as
provas?
Comer pouco...
Um projeto?
Continuar no triathlon com bons resultados.
Já superei alguns dos melhores do país
na minha faixa etária e quero continuar
com este bom nível técnico...
Sonho de consumo?
Ter um bom patrocinador para continuar
representando bem o Brasil lá fora...
Triathlon é?
Saúde, lazer, alegria. Tudo
de bom resumo na palavra triathlon...
Uma roubada?
É perder o ponto onde você deixou
o material de apoio na hora da transição.
Isso aconteceu comigo no Brasileiro de João
Pessoa e acabei perdendo o primeiro lugar, terminando
em segundo.
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Uma
das melhores triatletas do país em provas
de longa distância, Rita Correia é
símbolo de dedicação e amor
ao esporte. Ícone das novas gerações,
ela encanta também pela simplicidade e
simpatia. Abaixo ela abre o coração
e revela alguns de seus projetos sempre com o
astral lá em cima.
O
que mais gosta de fazer depois de uma vitória?
Dar uma relaxada, descansar, ficar com minha família
e meu namorado... Uma
mania durante as provas?
Não sei, acho que não tenho uma
mania, assim, específica. Normalmente
vou bem concentrada nas provas e procuro dar
o meu máximo...
Um
projeto?
Iron Man Brasil e, quem sabe, Iron Man do Havaí
este ano.
Sonho
de consumo?
Eu realizei no ano passado que foi trocar de
bicicleta. Agora tenho uma bike top de linha
e estou super feliz porque nunca tive uma tão
boa...
Triathlon
é...
Alegria, estilo de vida. É tudo de bom...
Uma
roubada?
É fazer uma prova muito mal organizada,
que dá tudo errado. |
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| A
campeã do Brasileiro de Longa Distância
deste ano, a brasiliense Aglaé Menezes,
31 anos, abre o coração e conta
que um dos seus projetos mais valiosos é,
futuramente, casar como “manda o figurino”
e ser mãe. Simples, risonha e alto astral,
Aglaé, quarta colocada no Campeonato Pan-Americano
de 2006, realizado em Brasília, gosta de
curtir as suas vitórias da forma mais “ligth”
possível. Com 20 anos de triathlon, Aglaé
é, sem dúvidas, um dos patrimônios
desta modalidade no país. Exemplo de várias
gerações.
O que mais gosta de
fazer depois de uma vitória?
Descansar...ficar em casa com o namorado...e
se eu tiver fora é matar saudades das
pessoas que conheço na cidade. Sou muito
ligth, sempre muito ligth...
Uma mania durante as
provas?
Não tenho uma mania específica,
mas acabo sempre repetindo aquilo que faço
nos treinamentos...talvez seja uma mania...
Um projeto?
Família futuramente. Casamento, filhos,
tudo como manda o figurino. Tudo direitinho...
Sonho de consumo?
Não sei bem...não sou consumista...não
tenho isso. Graças a Deus tenho tudo
aquilo que quero...
Triathlon é...
Minha vida. É saúde, amizade...
Uma
roubada?
Não acordar em um dia bom. Não
fazer uma prova boa e não atingir as
expectativas... |
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O
paranaense federado em Santa Catarina, Guilherme
Manocchio, 25 anos, conquistou os capixabas
com sua simpatia após vencer o Campeonato
Brasileiro de Longa Distância, realizado
em Guarapari. Boa pinta, Guilherme tirou fotografia
com dezenas de meninas e, cordial, distribuiu
autógrafos por onde passou. Poucos minutos
depois de cruzar a linha de chegada, ele teve
fôlego para responder as “rapidinhas”
abaixo.
O
que mais gosta de fazer depois de uma vitória?
Gosto de descansar, me hidratar bem e colocar
as pernas para cima. Relaxar...
Uma
mania durante as provas?
Ficar concentrado, focado o tempo todo. O pessoal
torce para mim, eu nem olho, mas é porque
eu estou muito concentrado...
Um
projeto?
Mais do que nunca Mundial da França...
Sonho
de consumo?
Roda Zip 999. Uma roda de competição,
fechada atrás e bem alta na frente...
Triathlon
é...
Vida...
Uma
roubada?
Ter que desistir da prova por causa de um pneu
furado...
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Atleta
que brilhou intensamente mesmo pertencendo a
uma geração de grandes talentos,
Leonardo Casadio, 36 anos, é hoje um
dos principais ícones da Seleção
Brasileira das Forças Armadas e embaixador
do triathlon nacional por onde viaja, pela simpatia
e história de grandes conquistas. Mineiro
de Juiz de Fora, ele começou no triathlon
há mais de duas décadas e hoje
divide o seu tempo entre o esporte e outra paixão,
a Odontologia.
O
que mais gosta de fazer depois de uma vitória?
Ler...Eu gosto de livros técnicos ou
de auto-ajuda.Também gosto de trabalhar
na minha profissão, na área da
Odontologia.
Uma mania durante as provas?
Acho que eu não tenho... esta é
uma pergunta difícil
Um projeto?
É me manter no esporte...algo que gosto
muito...
Sonho de consumo?
Ter uma vida mais tranqüila...
Triathlon é...
É vida...
Uma roubada?
Cair da bicicleta. Nossa...é horrível.. |
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Alexandre
Ribeiro, agraciado com Honra Ao Mérito
Esportivo pela CBTri, tem em seu currículo,
mais de 20 Iron Mans. Em 2003 ganhou seu primeiro
título do Ultraman, feito repetido em
2005. Aos 42 anos, graduado em Educação
Física, e com mais de 20 anos de carreira,
como técnico, Alexandre, conta nesta
entrevista, que depois de uma vitória
adora curtir os filhos: Kaillani, Maila e Kaipo,
e revela, que seu maior sonho é criar
um centro de treinamento de triathlon para crianças
carentes. Confira:
O
que mais gosta de fazer depois de uma vitória?
Passear com meus filhos, com certeza...
Uma mania durante as provas?
Uma mania...Sabe que eu acho que não
tenho...(risos)
Um projeto
É fazer um centro de treinamento
de triathlon para crianças carentes...
Sonho de consumo
Material, para ser sincero, não
tenho nenhum...
Triathlon é...
Minha paixão...
Um roubada
Nadar em água fria...é
uma gelada... |
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Foto:
Pauta Livre |
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A
cearense Verônica Oliveira, 28 anos, teve
um dos momentos mais importantes da sua carreira
em julho passado quando conquistou em Costa
do Sauípe, na Bahia, o título
de campeã brasileira de aquathlon. Mas
este não é o seu último
título. No triathlon, categoria 25 a
29, Verônica é pentacampeã
cearense e do Nordeste e campeã pan-americana
e brasileira. Extremamente calma e focada nos
seus objetivos, ela pretende cada vez mais disputar
provas internacionais. Um carro zero é
o seu sonho de consumo. E cair da bike é
uma das poucas coisas que lhe tiram, rapidinho,
do sério.
O que mais gosta de fazer depois de
uma vitória?
Nossa! Comemorar...mas antes vou para o hotel
descansar porque geralmente o atleta fica totalmente
acabado. Depois é que eu saio com os
meus amigos...
Uma mania durante as provas?
Não tenho uma mania específica
não, somente muita concentração...
Um projeto?
São tantos...mas cada vez mais disputar
competições internacionais.
Sonho de consumo?
Caraca...são tantas coisas...um carro
do ano, talvez
Triathlon é...
É tudo para mim...
Uma roubada?
Queda da bike...é horrível... |
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Foto:
Pauta Livre |
| Aos
19 anos, o santista Fernando Furriela, vice-campeão
paulista, na categoria júnior, em 2004
e 2005, é considerado uma das grandes promessas
do triathlon nacional. Fernando, que reside no
Centro de Treinamento de Triathlon (CNTT), localizado
em Vila Velha (ES), contou neste ping-pong que
sonha em disputar o Pan e as Olimpíadas.
Detalhista, gosta de checar a bike até
momentos antes da largada. Também pudera:
na sua avaliação não tem
roubada maior do que um pneu furado.
O que mais gosta de
fazer depois de uma vitória?
Comemorar muito com os amigos e sair para degustar
alguma coisa.
Uma mania durante as
provas?
Puxa...Eu sempre fico olhando a bike, procurando
ver se tem alguma coisa de errado, isso até
na hora da largada.
Um projeto?
Classificar para o Pan de 2007 no Rio e, futuramente,
para as Olimpíadas.
Sonho de consumo?
Uma bicicleta toda de carbono. Ela é
top de linha. Custa cerca de R$ 15 mil reais.
Triathlon é...
É minha vida...
Uma
roubada?
Com certeza, pneu furado.
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Foto:
Pauta Livre |
Uma
das grandes revelações do triathlon
nacional, o paulista Reinaldo Collucci, 20 anos,
tem como meta principal, a curto prazo, na sua
promissora carreira, conquistar uma das vagas
da equipe brasileira nos Jogos Pan-Americanos
do Rio de 2007.
Mais para frente, aspira ganhar uma medalha no
Ironman. O reservado, mas atencioso e simpático
atleta, é um dos mais antigos "moradores"
do Centro Nacional de Treinamento de Triathlon
(CNTT), localizado em São Carlos, interior
paulista.
Ele treina há muitos anos com o técnico
e amigo Antônio Carlos do Amaral, o Cali.
Reinaldo, contundido, ficou de fora do Campeonato
Brasileiro de Distância Olímpica,
realizado em João Pessoa (PB), no mês
de abril. Pouco mais de um mês antes ganhou
o Brasileiro de Distâncias Longas, em Guarapari
(ES).
Bem-humorado, Reinaldo nos contou, neste ping-pong,
dentre outras coisas, que, depois de uma vitória,
adora degustar um almoço bem calórico
com direito à suculenta sobremesa.
O que mais gosta de
fazer depois de uma vitória?
Bem...Subir no pódio
e depois degustar um almoço bem calórico,
com uma sobremesa bem doce. Acho que isso faz
parte do meu prêmio também...
Uma mania durante as
provas?
Puxa...Eu não sou muito
de superstição, mas gosto sempre
de dar um pulinho na água antes da largada.
Muita gente prefere aquecer correndo, pedalando,
então eu acho que minha mania é
aquecer na água...
Um projeto?
Classificar para o Pan de 2007
no Rio e, quem sabe, futuramente, ganhar uma
medalha no Ironman do Havaí...
Sonho de consumo?
Caramba...Uma bela casa na praia...
Triathlon é...
Muita dedicação,
esforço. É você estar sempre
lutando contra você mesmo. Acho que isso
é triathlon.
Uma roubada?
Puxa...Pneu
furado, ninguém merece. Chegar em uma
prova e ter que
abandoná-la, ter que perder performance
por causa de problema mecânico é
terrível.
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Foto:
Pauta Livre |
| Ídolo
de ídolos de várias gerações,
o tricampeão brasileiro de triathlon, Marcus
Ornellas, 35 anos, completa 20 anos de dedicação
ao esporte comemorando a realização
do seu maior sonho: a compra de uma bike de última
geração. Solidário, o carioca
Ornellas, revela que depois de parar de competir,
o que, ainda bem, vai demorar um bocado, pretende
passar tudo o que aprendeu no esporte para crianças
carentes. Neste bate-papo ele abre o coração
e mostra porque é um dos mais carismáticos
atletas do país.
O que mais gosta de
fazer depois de uma vitória?
Sempre procuro curtir a família. Ligo
para casa, só para perceber a emoção
deles, que participam comigo tanto na dor quanto
na alegria.
Uma mania durante as provas?
Mania? Acho que se eu correr com uma roupa e
não der sorte...nunca mais uso.
Um projeto
Eu gostaria muito de passar tudo o que eu aprendi
com o triathlon para crianças carentes.
Como também futuros atletas profissionais.
Sonho de consumo
Não tenho, não. O sonho que eu
tinha realizei depois de 20 anos de triathlon:
uma bike legal.
Triathlon é...
Minha vida. Desde 15 anos eu faço isso
e não sei como viveria sem ele. Pretendo
depois que parar de competir continuar no meio.
Uma
roubada
Cara: uma prova que veio na minha cabeça
foi uma no Espírito Santo. Eu cheguei
na transição e o pneu da bike
estava furado. Então tive que ir ao carro
pegar o outro pneu e a bomba. Enchi e saí
para pedalar seis minutos atrás. Foi
lá em Camburi. Terminei a prova ainda
em segundo lugar.
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Foto:
Pauta Livre |
Uma
das atletas mais carismáticas do triathlon
nacional, a carioca Sandra Soldan começou
a praticar esporte aos seis anos, por ordem médica,
pois sofria repetidas crises de asma e bronquite.
Em 89, foi campeã brasileira nos 400m medley
e nos 200m peito. No primeiro semestre de 91 conquistou
o campeonato carioca nos 1500m livre, além
de fazer parte da equipe brasileira de natação
que disputou o World Student Games, em Sheffield,
na Inglaterra.
Formada em medicina pela UFRJ e triatleta profissional
há oito anos, Sandra já conquistou
vários títulos. Aos 30 anos, Sandra
está no auge da forma. Mostrou toda a sua
valentia durante o Campeonato Brasileiro de Longa
Distância, realizado em Guarapari, quando
completou a duríssima prova (e chegou ainda
em segundo) com os dois pés em carne-viva.
O que mais gosta de fazer depois de uma
vitória?
Comemoro muito com meu marido e técnico
(Carlos Eugênio Ferraro). Nós comemoramos
em qualquer lugar. Vale tudo: ficar em casa vendo
televisão, assistindo um bom filme; sair
para comer uma pizza ou visitar os amigos; bater
um papo ou simplesmente ficar na praia. Comemorar
sozinha, ficar de paz com a gente mesma, satisfeita
com o resultado e com o orgulho próprio.
Um projeto?
Meu projeto é China 2008. É a
classificação para a Olimpíada.
Uma mania durante as
provas?
Minha mania, talvez, seria, me concentrar bem,
porque sou muito distraída.
Sonho de consumo?
Não tenho nenhum especial. Sou satisfeita
com as coisas que eu tenho.
Triathlon é...
É minha vida...Tudo para mim.
Uma
roubada?
É furar pneu, já aconteceu várias
vezes comigo.
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Foto:
Pauta Livre |
| A
pentacampeã brasileira Mariana Ohata iluminou
com seu sorriso a bela Praia da Bacutia, em Guarapari,
durante o Campeonato Brasileiro de Longa Distância,
prova que venceu mesmo não sendo especialista.
Foi lá que ela nos contou detalhes pessoais
de sua brilhante e ainda promissora carreira.
Com 27 anos, 17 deles dedicados ao triathlon,
a brasiliense, que reside atualmente em São
Carlos (SP) e é federada em Santa Catarina,
abriu o seu coração e revelou uma
mania: levar tudo na brincadeira; fazer da vida
uma diversão. Estudante de Educação
Física, Mariana tem como maior sonho de
consumo uma medalha olímpica.
O
que mais gosta de fazer depois de uma vitória?
Nossa! Depois de uma vitória, só
curtir. Curtir com as pessoas que me ajudaram
a chegar longe, principalmente a família,
os técnicos que estão sempre presentes.
Com o namorado, então... curtir bastante.
Um
projeto?
Putz! Tenho vários: minha vida vai ser
até curta para tantos projetos que eu
tenho. Mas a curto prazo é tentar a medalha
no Pan e a longo prazo é família;
montar um negócio meu; de repente trabalhar.
Quero muito atuar nesta parte de lesão
do atleta.
Uma mania durante as provas?
Uma mania? Vixe! Tenho tantas. É difícil
falar uma só. Você me pegou até
de surpresa. Mas, eu meio que tento levar a
prova numa brincadeira, numa diversão.
Então, às vezes, dou uma risada,
uma distraída. Mas sempre tentando manter
o foco. Esta é uma mania que tenho: sorrir
sempre.
Sonho de consumo?
Nossa! (risos) você pegou a pior pessoa
para perguntar isso. Porque eu sou super consumista,
mas eu acho que o sonho de consumo seria mesmo
uma medalha olímpica.
Triathlon
é...
Tudo, minha vida. Hoje é minha profissão.
É algo que eu faço com muito amor.
E eu sou uma pessoa privilegiada por trabalhar
no que eu realmente gosto.
Uma
roubada?
Uma prova de longa distância. Adorei ter
ganho o Brasileiro em Guarapari, mas não
quero disputar outra não. Foi a primeira
e acho que será a última em minha
carreira (risos).
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Foto:
Pauta Livre |
| Uma
das grandes revelações do triathlon
brasileiro, Rafael Fonseca, de 19 anos, nasceu
em Brasília, mas atualmente reside no Centro
Nacional de Treinamento de Triathlon, localizado
em Vila Velha (ES). Ganhador de vários
títulos nacionais e internacionais nas
categorias de base do triathlon, ele não
esconde que o seu projeto imediato é conseguir
vaga na equipe brasileira que disputará
os Jogos Pan-Americanos de 2007, no Rio.
Como
você começou no triathlon?
Na verdade, comecei na natação,
mas gostava de encaixar nos treinos da natação,
a corrida. Foi daí que surgiu o triathlon
e eu estou me dando bem na vida de atleta nesta
modalidade desde pequeno.
O
que você acha do projeto novos talentos
da CBTri?
É um projeto que vai ajudar atletas de
várias cidades, porque no Brasil nunca
teve um trabalho tão bem feito neste
ramo. Quando vim para cá não achava
que fosse tão boa a estrutura que eles
montaram aqui. E me adaptei muito bem ao Espírito
Santo porque a natureza ajuda bastante os treinos
de triathlon. Temos praia, montanha, pista asfaltada...tudo
perto.
Você
está estudando?
Eu fazia Nutrição, depois mudei
para Educação Física e
estou gostando.
Uma
mania?
Fico muito concentrado na hora da transição...
O
que mais gosta de fazer depois de uma vitória?
Sair com os amigos para uma boate. Não
há nada melhor.
Projeto?
Sem dúvidas conseguir vaga para os Jogos
Pan-Americanos de 2007. Sei que é difícil
mas acredito no bom trabalho que está
sendo desenvolvido aqui no CNTT.
Sonho
de consumo?
Ter estabilidade na vida. Sei lá: uma
casa, um carro...
Triathlon
é?
Paixão
Uma
roubada?
Nunca fiz, mas já vi muita gente trapaceando
durante as provas. Não tem roubada maior
para o esporte. |
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Foto:
Ricardo Medeiros/Pauta Livre |
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Com
apenas 17 anos, Felipe Manente, que nasceu em
São José, uma cidade localizada
perto de Florianópolis (SC), tem sonhos
ambiciosos. Quer ser campeão olímpico
e mundial. Sua carreira começou em um
projeto na escola desenvolvido pela Federação
de Santa Catarina e que revelou diversos talentos.
Federado em Santa Catarina, o vice-campeão
brasileiro de Aquathlon, em 2005, integra a
equipe que treina no Centro Nacional de Treinamento
de Triathlon (CNTT), em Vila Velha (ES). Para
muitos é uma fera pedindo passagem.
Pretende
cursar qual curso superior?
Já vou começar agora em 2006 o
curso de Educação Física
em Vila Velha.
O
que acha do projeto novos talentos?
Acho uma ótima idéia da CBTri
que, no meu ponto de vista, está no caminho
certo. E a sede ser no Espírito Santo
é algo muito bom. O lugar é bonito,
com belas paisagens, um ambiente extraordinário
para os treinamentos e, além disso, o
clima favorece bastante.
Uma
mania durante as provas?
Mentalizo tudo o que devo fazer para
realizar uma boa prova.
O
que mais gosta de fazer depois de uma vitória?
Se meu objetivo foi ao cansado, comemoro com
meus colegas e familiares. E logicamente fico
mais confiante.
Um
projeto?
Ser um atleta campeão olímpico
e campeão do mundo.
Sonho
de consumo?
Ter todos os equipamentos de competição
de primeira qualidade, principalmente os da
bicicleta.
Triathlon
é...
O esporte da minha vida.
Uma
roubada?
Um pneu furado em uma prova de longa distância
no Espírito Santo. Eu estava muito bem
e acabei perdendo várias colocações
e a prova. |
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Foto:
Ricardo Medeiros/Pauta Livre
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| Boa
praça toda vida, o super carismático
Antônio Marcos, 28 anos, tem hábitos
simples. Nascido em Barra do Ceará, em
Fortaleza, Antônio comemora as suas vitórias
com os amigos sem grande ostentação.
Alguns copinhos de sorvete de frutas tropicais
lhe satisfaz. Atual campeão brasileiro,
ele conta aqui algumas de suas peculiaridades.
Uma mania durante as
provas?
Acho que não tenho nenhuma. Fico bem
concentrado.
O que mais gosta de
fazer depois de uma vitória?
Sair para balada ou comemorar tomando sorvete
com meus amigos.
Um projeto?
Me classificar para o Pan e para as Olimpíadas
de 2008. Sonho em representar o povo brasileiro.
Sonho de consumo?
Ter um sítio em qualquer praia. Pode
ser aqui no Espírito Santo, onde estou
realizando treinamentos no centro de treinamento
criado na Barra do Jucu pela confederação.
Triatlo é?
É tudo na minha vida. É um esporte
que exige muita resistência e nem todos
conseguem praticar.
Uma
roubada?
Aconteceu em Nova Zelândia. Alguns atletas
me atrapalharam e eu acabei fora da Olimpíada.
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