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| Fernando Aranha: “Quer saber? Tem tudo para ser perfeito no Mundial” |
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Fernando Aranha, uma das feras do paratriathlon nacional, não esconde a emoção da disputa do Campeonato Mundial de Paratriathlon na China. Com apoio e “energia positiva” de todos que o cercam, Fernando tem treinado forte para fazer bonito na competição. Antenado, tem observado mínimos detalhes para obter o máximo de sua capacidade. Antes do embarque, um bate-papo rápido, mas muito consistente sobre este seu momento para lá de especial. Entusiasmo – “Estou numa expectativa muito grande, me perco na dimensão disso. tenho tentado conter meu entusiasmo, para não fazer nada que me prejudique na prova. Tenho acompanhado as parciais dos atletas internacionais, e vejo que estou muito bem. E isso pode se virar contra mim. Pés e rodas no chão é a receita”. Treinos – “Tenho treinando bem com o staff da BodyTech Eldorado, e nesta reta final, focado nos meus pontos mais fracos para melhorar, como a natação, e minha dificuldade de direção em águas abertas. A Martinha Izo que me segure. E foi bastante interessante ter tido a seletiva em Porto Ferreira (SP) com uma prova especifica para nós, onde pudemos identificar alguns erros que não vemos quando estamos em uma prova aberta. Tenho treinado bem e investido junto a Jumper Equipamentos em pesquisa de materiais para a pratica do paratriathlon”. Categoria – “Minha categoria - TRI1 tem tido uma evolução gigantesca nos últimos anos por conta do desenvolvimento das handbikes e técnicas de transição, onde contamos com a participação dos "handlers".
Potências – “As potências são: Austrália com Bill Chaffey, Espanha com Francesco Sola Garcia, que tem se destacado na modalidade e sido consistente. o austríaco Thomas Fruehwirth, que venceu no ano passado no sprint final, é o cara a ser batido. E como de tradição em todos os esportes temos Oscar Sanches, dos EUA, que é muito forte na bike e é o atual campeão mundial no paraciclismo”. Estratégia – “Tenho certeza que para ter boa performance é essencial muita preparação de qualidade em treinos e certamente planejamento estratégico para com as transições. Pois se tratando de paraolímpico as habilidades são muito diferentes umas das outras. Cada atleta tem de inventar um monte, um apoio, um encaixe muito particular, dependendo de sua habilidade física. Sempre focando sua segurança e agilidade. Mas os atletas tiram de letra”. Magnitude – “Estou ansioso e quase extasiado com a disputa do Mundial. Ainda não tive a honra de representar meu país de forma oficial em evento dessa magnitude. Tenho contado pra todo mundo que fui convocado e dividido essa alegria com meus amigos e apoiadores. E quer saber? Estou recebendo muito apoio e energia boa de todos. Tem tudo para ser perfeito”.
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